7 de maio de 2014

Vulcão

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Eu gostaria de ter a palavra exata para traduzir o que se passa aqui dentro. Mas algumas coisas são assim: impossíveis de dizer. Talvez por isso, mas não só por isso, sejam tão especiais.

O coração tem o seu próprio relógio e ele é tão confuso! Por que isso agora, dar alento a um peito que já estava até acostumado a ser tão calmo? De pergunta em pergunta, coloco gelo na ferida e me contento com a única resposta a que chego: "eu não sei".